Eppur si muove…” (Galileo Galilei, 1564-1642)

Esse post relata como a combinação dos honestos esforços de uma mulher admirável e um dos grandes momentos de triunfo da paz entre as nações, contribuiram involuntariamente para que se perpetrasse contra a humanidade o que é sem dúvida a mais ousada e bem sucedida fraude de todos os tempos.

O autor é totalmente favorável à preservação do meio ambiente. Medidas contra o desmatamento, a poluição, a contaminação de solos e águas, a extinção de espécies animais e outras legítimas preocupações contam com o total apoio deste Blog.

Mas é igualmente indispensável evitar-se o desmatamento moral, a poluição da informação, a contaminação das mentes honestas e a cruel extinção das esperanças de gerações pelo alarmismo ardiloso e oportunista que esta matéria passa a expor.

Margaret

Margaret Thatcher foi primeira ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. Nenhum de seus antecessores ou sucessores lhe rivalizaram a coragem, a energia e o domínio da oratória como ferramenta política. Apelidada de “Dama de Ferro”, Thatcher conquistou como poucos o respeito e a admiração dos ingleses e de boa parte da comunidade internacional, mas também o ódio irrefreado de muitos outros, inclusive da junta militar argentina, cujas tropas resolutamente expulsou das Ilhas Falkland, deflagrando com isso o fim daquele regime militar.

A primeira metade da década de 80 foi marcada por dois fatores independentes que testaram a resiliência e firmeza de propósito de Margaret Thatcher. De um lado, os mineiros de carvão, cuja arrastada e tumultuada greve de um ano de duração ameaçou a atividade industrial e custou ao país £1.5 bilhão. No cenário internacional, na esteira do fim, em 1971, do sistema de conversão financeira de Bretton Woods, da guerra do Yom Kippur e do embargo árabe ao fornecimento de petróleo à América, o custo do barril de petróleo quadruplicou e continuou a subir até 1986.

Thatcher percebeu a importância de reduzir a dependência do Reino Unido do petróleo e do carvão mineral, até então as fontes primárias de geração de energia, tendo se empenhado em desenvolver um programa de energia nuclear. Esse caminho enfrentava, no entanto, grande oposição da opinião pública, mobilizada pelo influente movimento pacifista que vinculava a tecnologia à disseminação de armas atômicas, e assustada pelos acidentes nas usinas de Three Mile Island (EUA, 1979) e Chernobyl (URSS, 1986).

Perseguindo a independência energética, Thatcher identificou em pesquisas que atribuiam vinculação entre a queima de combustíveis fósseis (como óleo e carvão) e a elevação da temperatura média do planeta, por força do chamado “efeito estufa”, a oportunidade de vencer a resistência popular a seu projeto nuclear. Isso a levou a liberar vultosos recursos para o financiamento de pesquisas que viessem a confirmar a conveniência da substituição da matriz fóssil pela energia atômica.

Motivados por essas verbas, inúmeros estudos foram realizados, partindo sempre da premissa de relação entre a liberação de CO² e a recente tendência de incremento na temperatura do planeta. Muitos cientistas sérios e respeitados participaram desses estudos que, invariavelmente focados na confirmação da premissa, deixaram de investigar outras possíveis causas do fenômeno.

Estava assim inocentemente criado o fundamento teórico para o que viria a seguir.

Berlim

A segunda metade da década de 80 viu o arrefecimento das tensões entre Moscou e o Ocidente, sob a égide das políticas de reconstrução (Perestroika) e liberdade de expressão (Glasnost) de Mikhail Gorbachev, secretário-geral do Partido Comunista (1985-1991) e presidente (1988-1991) da União Soviética até sua extinção.

Instado pelo presidente americano Ronald Reagan e ante imensa pressão popular, Gorbachev consentiu em uma das ações que melhor simbolizou a promessa de paz e integração mundial produzida pelo fim da guerra fria: a demolição, em 1989, do Muro de Berlim, conjunto de sucessivas barreiras e edificações, iniciado em 1961, que dividia em duas a antiga capital alemã.

A perspectiva de uma paz duradoura entre as potências nucleares esvaziou significativamente a multitude de movimentos pacifistas, ao suprimir-lhes a principal bandeira. Com o fim dos anos de medo, o foco da opinião pública desviou-se, fazendo minguar o fluxo de receita que sustentou durante anos centenas de entidades e milhares de pacifistas profissionais.

Como toda instituição que ultrapassou o propósito de sua existência, o pacifismo profissional relutava em aceitar sua perda de objeto e buscava desesperadamente um novo nicho de ativismo que pudesse preservar a influência e a parcela de poder conquistada pelas organizações não-governamentais que compunham o movimento, bem como as consideráveis receitas que sustentavam essa estrutura de lobby e asseguravam os milhares de bem remunerados empregos a ela atrelados.

Não havia, contudo, na época, um tema com o grau de urgência suficiente para mobilizar a opinião pública mundial através da única forma historicamente eficaz: o medo.

Com efeito, estados, políticos e entidades organizadas têm no medo sua mais poderosa ferramenta de mobilização, gerindo-a com determinação e habilidade para dar seguimento às suas respectivas agendas.

Do medo de uma guerra nuclear, beneficiaram-se igualmente, entre outros, políticos, fabricantes de armas e os movimentos pacifistas. Esses últimos, em muitos casos, constituídos originalmente com propósitos nobres por pessoas bem intencionadas, sucumbiram em maior ou menor intensidade aos benefícios decorrentes de sua capacidade de mobilizar – e manipular – a opinião pública. Essa capacidade foi habilmente explorada para, abandonando qualquer vestígio de ética e dos princípios que encenavam defender, obter poder, concessões e privilégios. Não são poucos os relatos de integrantes – inclusive fundadores – de tais movimentos, que os deixaram, desiludidos com a transformação em utilidade dos ideais inicialmente perseguidos.

Ao contrário da prescrita ameaça da aniquilação nuclear, a maioria das preocupações capazes de sensibilizar a opinião pública tem caráter regional. Assim, temas como educação, saúde, liberdade, segurança, nutrição e mesmo os conflitos bélicos da modernidade, têm sua importância associada a realidades locais díspares, incapazes de incitar paixões e mobilizar multidões em escala global.

A própria questão ambiental era então fragmentada, com inúmeros grupos tratando de forma descoordenada de dezenas de temas que iam da poluição à proteção de espécies animais ameaçadas. Da perspectiva do chamado terceiro setor, a fraqueza do meio ambiente como veículo de geração de influência política estava na pequena expressão do orçamento público do setor, mesmo nos países ricos. Não haviam recursos remotamente suficientes para absorver uma migração em massa do aparato pacifista.

A antropóloga Margaret Mead, precursora na análise da variação climática como ferramenta de manipulação dos temores coletivos já declarara, na conferência em que foi feita a primeira menção à teoria do aquecimento global, em 1975, que o congelamento global não era capaz de produzir o medo necessário à consolidação da influência ambientalista em escala global.

O desafio era portanto apresentar ao mundo um problema de repercussão global de tal magnitude que ressuscitasse o medo coletivo. Assim motivada, a população exigiria dos respectivos governos orçamentos compatíveis com as necessidades dos grupos percebidos como responsáveis pelo alerta e indispensáveis ao delicado processo de salvação. Aos poucos, o bem articulado movimento seria percebido como legítimo porta-voz da opinião pública sobre o tema, passando então a negociar com o poder público o endosso essencial à prestação de contas aos eleitores.

Foi nesse contexto que a teoria do aquecimento global causado por emissões de CO², que tão bem serviu aos legítimos propósitos da Senhora Thatcher, foi eleita como veículo de sobrevivência da militância profissional sem causa.

Anatomia De Um Golpe

Com criatividade e eficiência os estudos incentivados pelo governo inglês foram esquadrinhados, descartada qualquer dúvida, ressalva ou tese conflitante, resultando no impressionante mosaico pseudo-científico que viria a embasar os alertas de desastre iminente que assegurariam a sobrevivência do ativismo profissional, consolidando sua ingerência na gestão de recursos sem precedentes, em escala mundial.

O sucesso do plano era crítico para a preservação do movimento, tornando indispensável a conjugação de quatro fatores essenciais.

Primeiramente, era necessário garantir a credibilidade científica da ameaça. No mundo em que fatos cederam há tempo lugar à percepção, isso foi assegurado pela constituição de um painel, sob a chancela de dois órgãos das Nações Unidas (a Organização Meteorológica Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), reunindo um número impactante de cientistas. Assim veio ao mundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (“IPCC”), que não conduz estudos ou pesquisas de qualquer natureza, limitando-se a emitir relatórios periódicos que indicariam o consenso científico sobre o tema, com base em trabalhos publicados. O consenso divulgado é questionável, com inúmeras acusações de infrações aos princípios de peer review. Diversos cientistas foram incluídos na lista do IPCC à revelia, insistiram em sair e/ou recusaram-se a assinar os relatórios, sem que isso tenha tido a necessária divulgação.

Em seguida seria preciso traduzir os conceitos científicos enunciados pelo IPCC, tornando-os acessíveis para a maioria do público. Num brilhante exercício de relações públicas, foi eleito porta-voz o ex-vice-presidente (1993-2001) e candidato democrata derrotado nas eleições presidenciais americanas de 2000, Al Gore.

Personagem simpático ao público (ganhou as eleições no voto popular, vindo a perdê-las no colégio eleitoral) com um perfil respeitável que incluia estudos em Harvard e Vanderbilt, serviço militar na guerra do Vietnam e uma longa carreira parlamentar, recém saído da campanha presidencial que lhe deu exposição nacional e internacional, a procura de um novo papel para desempenhar, Gore era o melhor presente que os neo-ambientalistas poderiam desejar.

Na era da comunicação global, não era possível prescindir do suporte multimídia. Acostumado a ter os acontecimentos mastigados e didaticamente apresentados pela televisão, o público precisava mais que um discurso. Precisava de imagens, gráficos, estatísticas e depoimentos, com a trilha sonora adequada, que transmitissem confiança na mensagem dramática, que emocionassem e tornassem inevitável a comoção popular.

Com roteiro atribuído ao próprio Gore, o documentário foi confiado a Davis Guggenheim, experiente diretor, não de documentários científicos, mas de seriados populares da TV americana, como Gossip, 24, AliasThe Shield, Deadwood, Numb3rs e Wanted. Um homem acostumado a prender a atenção dos telespectadores. A música foi contratada ao canadense Michael Brook, responsável entre outras pela trilha sonora de Missão Impossível 2 e Black Hawk Down. Num toque final, o filme foi batizado “Uma Verdade Inconveniente”.

A terceira variável cujo controle seria indispensável era a imprensa. Detentoras de uma relação próxima e de longo prazo com jornalistas, as entidades pacifistas articularam a formação nas redações de equipes especializadas em jornalismo ambiental, a quem passaram a alimentar diariamente com o tipo de informação que jornalista não despreza: a que rende manchetes. Sempre com referência a algum especialista a seu soldo, são milhares de releases com o tipo de previsão catastrófica cuja confirmação – ou não – só ocorrerá dez ou vinte anos no futuro, mas que vendem o jornal de hoje e garantem o amanhã do novo movimento ambiental.

Finalmente, restava fazer o que o ativista competente e bem pago faz melhor que ninguém. Patrulhar. Sufocar a qualquer preço vozes dissidentes. Desacreditar qualquer artigo, matéria ou documentário que se atreva a questionar aquilo em que, decidiram, o mundo agora vai acreditar.

Cumplicidade

Com exceção dos produtos de alta tecnologia, o elevado custo da mão de obra e do arcabouço regulatório dos países industrializados, além da dependência em matérias primas importadas, tornou difícil a esses países a competição com produtos de mercados emergentes, ricos em matérias-primas e com baixos custos de produção.

A industrialização do terceiro mundo representa um inegável risco à economia do primeiro e é objeto de preocupação constante, sobretudo quando associada à perigosa tendência de desconsideração dos direitos da propriedade industrial. Frear o processo de industrialização dos países subdesenvolvidos poderia ensejar a reversão, com tecnologia de produção superior, das vantagens de custos resultantes dessa concorrência, cada vez mais desigual.

O controle do desenvolvimento do terceiro mundo, que era feito pela limitação do acesso à tecnologia, estava cada vez mais difícil. Com a universalização da informação, as políticas de conteúdo local e a eficaz representação dos países do terceiro mundo perante os fórums comerciais internacionais as economias industrializadas perdiam mais terreno a cada dia.

De repente, surge no horizonte uma bóia de salvação. O mundo passou a acreditar que seu destino estaria atrelado à adoção de dispendiosas fontes de energia que não emitam CO², baseadas em tecnologias novas e caras, que não estão ao alcance das economias subdesenvolvidas.

Tudo que é preciso fazer agora é impedir – em nome da salvação do planeta – que países pobres utilizem suas abundantes fontes de combustíveis fósseis para avançar sua industrialização, exigindo que recorram às fontes limpas a que não têm acesso.

O novo factóide ambiental passou a ter importância estratégica para os países mais ricos do planeta. Com aliados desse porte, o plano só poderia prosperar.

Mas faltava um aliado, sem o qual pouca coisa significativa acontece. Desde a implementação do conceito de Fractional Reserve Banking na Idade Média, difundido pelo mundo a partir de 1743 pelos Rothschild, nada se faz de relevante no mundo sem a benção onerosa dos controladores do dinheiro. O aval dos money changers à imensa alteração de prioridades da economia mundial foi consolidado em 2005, com a introdução pelo Protocolo de Kyoto do mercado de créditos de carbono, ao que se seguiu generosa distribuição de quotas de operação, resultando em novo mercado financeiro de porte, cujos resultados beneficiam como sempre os gestores do dinheiro mundial. Comprometido o dinheiro com o plano, o sucesso estava garantido.

Uma Mentira Conveniente

Tal qual o festival de previsões com que os videntes de plantão alimentam as colunas de faits divers dos jornais, a cada virada de ano, a grande mentira ambiental apóia-se numa imensa vantagem estratégica: quando a verdade for conhecida, seu objetivo já terá há muito sido atingido. Para o falso vidente, terá sido a atenção da imprensa, quem sabe dez minutos de fama em rádio ou TV, acrescendo talvez mais alguns clientes ao plantel de crédulos que lhe assegura comida e conforto sem grande esforço. Para a militância ambiental é a sobrevivência do ativismo profissional e a expansão da influência de sua imensa estrutura de poder, irrigada com os vultosos recursos a que tem e continuará a ter acesso.

Não há entre as bem informadas elites empresariais, políticas e científicas a menor dúvida quanto à absoluta ausência de relação entre as emissões de CO² e a fase de elevação de temperaturas que o planeta atravessa — como atravessou milhares de vezes ao longo dos séculos, sempre intercaladas com fases de relevante redução de temperaturas. Há contudo, para muitos, vantagens consideráveis em que subsista essa percepção — enquanto isso for possível.

Com efeito, a criativa adaptação do discurso político e da atividade empresarial à falsa percepção dominante, gerou resultados – como votos ou novos produtos e serviços – cuja preservação e crescimento tornaram importante a cristalização dessa percepção. “Aquecimento Global” virou indústria, ferramenta de vendas, currículo escolar e plataforma eleitoral. Como dizer aos milhões de consumidores do medo coletivo que não há nada a temer? A mentira, portanto, fica cada dia mais conveniente.

Há, no entanto, aqueles, cujo respeito pela verdade científica transcende a ganância material. São cientistas respeitados, de várias partes do mundo, que se recusam a endossar com suas respeitadas biografias uma fraudulenta conspiração contra a humanidade. Para lidar com a inconveniente independência dessa gente decente, o ativismo começou por rotulá-los: são chamados agora de “Climate Change Deniers” ou negadores da mudança climática. Partiu a seguir, com grande sucesso, para um interminável exercício de patrulhamento de opiniões dissidentes baseado na desqualificação, intimidação, ironia e ridicularização. Alguns lutam até hoje para expor a absoluta fragilidade da tese vendida ao mundo. Outros – e não há, nas circunstâncias, como não compreender-lhes as razões – intimidados, calaram-se.

Conta Furada

Fosse verdadeira a lenda que nos é impingida, estariamos realmente em maus lençóis. E, pior, sem qualquer esperança de salvação. Isto porque a contribuição humana à emissão de CO² em escala global é diminuta. São fontes inesgotáveis e incontroláveis de CO² (desde que o mundo é mundo) os oceanos e a simples decomposição de folhas secas. Mesmo desconsiderada a relevante emissão da vegetação, que se pode entender compensada durante a fotosíntese, representam os oceanos e a decomposição de folhas secas mais de 500 Gt (gigatoneladas) de CO² por ano, aos quais se acresce generosa contribuição dos animais e, nos períodos de atividade, expressivo aporte dos vulcões. Toda a atividade humana (fábricas, usinas, automóveis) não chega a emitir – segundo o próprio IPCC – 27 Gt.

Há quem sustente que, por menor que seja, a contribuição humana é a única que pode ser mitigada. Assim, se CO² provocasse o aquecimento global, o esforço faria sentido. Só que não provoca.

Em proporção à população das nações envolvidas, inúmeras guerras ao longo da história fizeram mais vítimas que a Segunda Guerra Mundial. Esta, no entanto, chocou muito mais a opinião pública do que todas as guerras anteriores, por uma única razão: foi a primeira guerra fotografada e imagens, como se diz, valem mais que mil palavras. Da mesma forma, a reação popular americana e mundial à guerra do Vietnã, foi exponencialmente maior, por ter sido o primeiro conflito armado filmado e exibido a cores.

Desde que o mundo é mundo, em função da atividade solar, a Terra experimenta variações cíclicas de temperatura. Houveram períodos muito mais quentes que os atuais, intercalados com épocas de resfriamento sem precedentes. A única diferença entre o calor de hoje e os anteriores – além da má fé com que o tema é abordado – é que pela primeira vez, há cameras filmando o derretimento de gelo e outras manifestações. E imagens, como se diz, valem mais que mil palavras…

Registros históricos, de pinturas e textos à análise do ar capturado há milhares de anos nas geleiras do ártico, confirmam que a Terra viveu ao longo dos séculos flutuações de temperatura muito mais relevantes que as verificadas atualmente. Esses registros foram reunidos em documentário exibido pelo Channel 4 da televisão britânica entitulado “The Great Global Warming Swindle” (A Grande Trapaça do Aquecimento Global). Produzido por WAGtv, o programa inclui entrevistas com eminentes cientistas de todo o mundo, políticos, e até um dos fundadores do Greenpeace, e desmente com riqueza de detalhes a fraude ambiental. Os extras do DVD incluem uma impressionante aula que demonstra a improcedência das alegações alarmistas com base nos estudos das correntes marinhas e da movimentação de cardumes.

Apesar do patrulhamento intenso, o DVD pode ser adquirido. É informação obrigatória para quem não concorda em aceitar no escuro a conveniente mentira do aquecimento global. Infelizmente, não há ainda legendas em português.

Em 1616, Galileo Galilei enfrentou o perigoso patrulhamento da Inquisição Romana ao defender a teoria de Nicolaus Copernicus de que a Terra girava em torno do Sol. Forçado a renunciar à visão astronômica para escapar ao destino dos hereges, lhe é atribuída a frase que inicia esse post, que teria sido proferida ao deixar o tribunal eclesiástico. Séculos foram necessários para que a ciência viesse a provar que estava certo.

Felizmente, não teremos que esperar tanto. O dia está próximo em que a própria natureza se encarregará de demonstrar a improcedência do mais bem sucedido boato da história, que custou trilhões de dólares e o intangível atraso no desenvolvimento de nações pobres, em prol da aventura bilionária do poderoso lobby ambiental. O inverno de 2009-2010 na Europa e na América do Norte, o mais rigoroso em décadas, já indica de maneira clara e inequívoca a reversão da tendência climática.  Que saibamos rejeitar com veemência os que vierem agora nos vender a nova lenda do Congelamento Global. É hora dessa gente arrumar um emprego honesto e parar de viver do medo e da miséria alheia.

O Blog não pretende exaurir o assunto, apenas fazer sua parte alertando os leitores para os fatos, fornecendo elementos e encorajando o pensamento independente e a resistência à lavagem cerebral coletiva que procura iludir a humanidade em benefício exclusivo dos perpetradores da maior fraude de todos os tempos.

Imagens: Chris Collins, “Margaret Thatcher”, direitos cedidos por Margaret Thatcher Foundation para o projeto Wikimedia Commons, Creative Commons 3.0 (BY-SA); Hartmut Reiche, “Michail Gorbatschow an der Mauer”, retrata visita de Gorbachev ao Portão de Brandenburg em 16 Apr 1986, direitos cedidos por Deutsches Bundesarchiv para o projeto Wikimedia Commons, Creative Commons 3.0 Germany (BY-SA); US Federal Government, “Nagasaki Bomb”, tirada em 9 Aug 1945 de uma Superfortaleza B-29 que participou do bombardeio, foto no domínio público; Autor Desconhecido, “Global Warming Alarmists are full of”, Flickr, contribuída por Wstera2, 11 Apr 2009, editada, Creative Commons (BY-NC-SA); Lee Jordan, “Green Foot”, Flickr, 9 Dec 2006, Creative Commons (BY-SA); Mandiberg, “Made in China”, Flickr, 29 Jun 2009, Creative Commons (BY-SA); Jonny McCormack/Stoneywish, “Proud Brick Maker, Tanzania”, Flickr, 12 Jul 2007, Creative Commons (BY); Red Hand Records, “The new Africa”, Flickr, 2 May 2009, Creative Commons (BY-ND); See-ming Lee, “Deadly Sins: Greed”, escultura de Nora Ligorano e Marshall Reese, Flickr, 23 Oct 2009, Creative Commons (BY-SA); Autor Desconhecido, “Donate”, da Internet, sem informações sobre direitos (Unverified Rights); Blueforce4116, “Pacific Ocean From Space”, Flickr, 17 Oct 2003, Creative Commons (BY-NC-ND); U.S. Army, “Irak”, Flickr, 11 Sep 2007, Creative Commons (BY); “The Great Global Warming Swindle”, da capa do DVD, um documentário de Martin Durkin: © 2007, WAGtv; Wstera2, “Stop Global Warming”, Flickr, 23 Dec 2008, Creative Commons (BY-NC-SA).